A neutralização do regime venezuelano em janeiro de 2026 permitiu a Washington um redirecionamento recorde de recursos de elite para conter a influência do Irã e do Estado Islâmico. O Pentágono iniciou o que analistas já chamam de “Grande Pivô de 2026”.
A captura de Nicolás Maduro, ocorrida no último dia 3, não foi apenas o fim de um ciclo político na América Latina, mas o sinal verde para uma reestruturação profunda da presença militar dos Estados Unidos no globo. Com a “limpeza” da zona de influência russa e iraniana na América do Sul, o foco mudou.
A Elite em Movimento
Relatos de movimentações logísticas confirmam que unidades do Delta Force (1st Special Forces Operational Detachment-Delta), as mesmas que participaram da extração de Maduro em Caracas, foram deslocadas em regime de urgência para o Oriente Médio.
Fontes de inteligência apontam que o destino principal são as bases de Al-Udeid (Catar) e postos avançados na Arábia Saudita. O objetivo é claro: preencher o vácuo de dissuasão criado pela instabilidade interna no Irã.
O Fator Irã e o “Tabuleiro Dividido”
A queda de Maduro atingiu Teerã em cheio. A Venezuela servia como um entreposto logístico crucial para as operações iranianas no Ocidente. Especialistas afirmam que o governo americano agora possui “mãos livres” para atuar em frentes consideradas mais críticas:
- Monitoramento do Hezbollah: Redução da rede de financiamento internacional que passava por Caracas.
- Combate ao ISIS: Resposta à reorganização de grupos extremistas na Síria, retaliando ataques recentes em Palmyra.
“A saída de Maduro limpou o tabuleiro nas Américas. Agora, os recursos de inteligência e forças de elite que estavam drenados pela crise venezuelana estão concentrados onde a ameaça à hegemonia ocidental é mais direta.”
— James Sterling, analista de segurança global.
Perspectivas para 2026
Enquanto a Venezuela inicia uma delicada transição institucional sob a liderança interina de Delcy Rodríguez, o mundo volta os olhos para o Golfo Pérsico. O redirecionamento das forças especiais indica que os EUA não pretendem dar espaço para que Rússia ou Irã testem a liderança americana neste novo cenário.
Fonte: Análise Internacional / Redação Xplora News.

